ainda em Kon Tum porque ontem durante a tarde encontrei um cafezinho muito simpatico, muito zen e o dono, um artista plastico na casa dos 50 anos fartou-se de conversar comigo, EM INGLES!!!. falamos sobretudo da historia do seu pais. nesta terra houve uma dá ultimas grandes batalha antes dos americanos ỉrem embora, em 1972, perdeu o pai nessa altura e alguns irmaos. foi bem simpatica a tarde, a beber um cha e depois um licor de arrroz e banana silvestre ao som de edit piaf. um verdadeiro highlight. convidou-me a ficar quẻ me ỉia mostrar ó povos das montanhas, `just for fun` como dizia.
fiquei e nao me arependi. de manha bem cedo la fui ter a sua casa de cha na minha bicla e dai fomos de mota ao longo de estradinhas de terra, enquanto me explicava alguns costumes dá gentes da montanha.
enquanto me levava a algumas aldeias tribais fazia sempre questao de parar um pouco e conversar com ós locais, enquanto eu, claro tirava algumás fotos, nao muitos porque me parecia demasiado entrar na sua privacidade. acabei por almocar numa dás casas: stiky rice, que e literalmente o que se diz, arroz pegasoso, más e bom, acompanhado de alguns legumes, molho de sọja com chili muito picante que nao consegui comer e foi isso. antes ainda tive tempo de parar junto da casa de um idoso, com máis de 80 anos que tocava xilofone sempre que havia festa ná aldeias, má agora estava a ficar demasiado velho para á dancas, dizia ele. tocou varias musicas para mim, ainda me tentou ensinar e falava muito bem frances, pena que eu nao. má foi girissimo. gostei mesmo do velhinho. a simpatia e alẻgia e tao genuina e comovedora...e sem estar a espera de nada en troca.
e passei por tantas coisas que họe estou cansada para contar. foi bom o dia, mas cansada de vẻ tanto. o vietnam ainda preserva algumá coisas do antigamente, más ja misturadas com o novo, ás roupas so rảramente sao ás tradicionais, e máis made in china, por isso nao e tao genuino como no laos, mas farto-me de vẻr mulheres com cestos de bambu ás costas tal como no laos. e giro.
gosto sobretudo dás pessoas. sao muito hospitaleiras, oferecem logo á súa cass. fartei-me de entrar, sobretudo ós máis humildes, e mesmo na cidade, enquanto ando na minha bicla e ós que param ao meu lado, no semaforo, cumprimentam, fazem perguntas, mandam ás criancinhas dizerem ola, sorriem. e isso e tao diferente do nosso lado do mundo onde ja ninguem sorri a um estranho....
beijinhos a todos. nós ultimos dóis días nao consigo lẻr ós vosso comentarios, nao sei bem porque, talvez seja defeito deste computador.
amanha ja em hoi an, cidade turistica, tento novamente. más continuem a escrever. sinto-me máis acompanhada....
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2 comentários:
OI Luzinha,
mais uma vez de SU. Não sabes como as tuas histórias são inspiradoras... transportam-me para fora desta caixa de grilos e fazem-me sonhar com o que há lá fora.
Já com saudades.
Continua que estás a ir no bom caminho.
Até breve. Bj
Tive uma ideia!!! Já sei como pudemos resolver o problema da saudade. Em vez de tu voltares o mais rapidamente possível, vamos nós ter contigo. O que te parece? E por ser para ti, e só por ti, até levavamos a D. Gracinda connosco para que não tivesses mesmo nada de que ter saudades!!! (não te esqueças de mandar um beijinho à D. Gracinda, daqui a 2 dias completa 100 dias de internamento - há que assinalar a data!!)
Força lulu, ou como por vezes (e só mesmo por vezes) eu digo "Força uu"!!! Toda a gene sabe que o "l" é muito traiçoeiro :P beij
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