quinta-feira, 20 de setembro de 2007

champasak

hoje viagem ate champasak, uma aldeia na margem do mekong que tem tempo do tempo e muito semelhantes a ankor vat no cambodia. a viagem comecou cedo, de barco. era suposto comecar as 8h, mas so partiu as 9h. nada de anormal. ate la na conversa com 2 locais de 50 anos, que tinhs muita curiosidade em saber de onde vinha e para onde ia. e que tinham muito orgulho em saberem frances, mas que comigo tinham que falar mais ingles (falamos os tres uma mistura das duas e entendemo-nos), queriam saber onde era o porto, e eu a inventar....fica a 1000km de paris e eles ui, tao longe!!! pois deve ser. deu para rir um bom bocado.
depois o barco, viagem muito bonita no mekong, com vista para as aldeias que ficavam na margem e da vida que por la corre, e das montanhas enormes e com floresta densa e salpicada de quedas de agua que faziam um quaddro bem bonito.
demorou 2h ate chegar a champasak mas nem dei por isso.
instalei-me num hotelzinho simpatico com varanda sobre o mekong e uma rede e uma espreguicadeira que usei mal cheguei. podia ter ficado nos quartos mais baratos a 4 dolares, mas cometi a extravagancia de escolher o de 15 dolares. uma loucuraa que me dei o luxo, hi, hi,!
o dono aconselhou-me a esperar pelas duas da tarde para partir em direcao aos templos, muito calor dizia ele e eu concordei. fiquei logo ali a dormir a sesta debaixo de uma arvore...nada mau.
parti entao as 2h, de bicla rumo a vat phou (templo). a bicla toda lixada, achei que ia ficar pelo caminho. saltou a corrente 2 vezes na ida e tres no regresso, mas a mim so me dava vontade de rir de cada vez que tinha que parar, da primera ainda pensei qe estava arrumada, mas nao era facil o concerto, tirando as maos sujas. e la fui. o caminho era facil, sempre em frente que so ha uma estrada disse o senhor.

o caminho muito agradavel. 10km de estrada com casas nas margens e arrozais nos intervalos das aldeias. o costume, digo eu que ja ca ando ha algum tempo. mas e disto que gosto, da paisagem, do tempo passar devagar, da simpatia das pessoas que me cumprimentam quando passo, da alegria das criancas que acenam e vem a correr so para dizer ola, e da ausencia de carros, da presnca de algumas motas e muito mais bicicletas.

o templo ja disse, do tempo de ankor, mas para quem foi a ankor nao pode ficar deslumbrado, e a versao pequena, embora semelhante. vale a paisagem e a subida para ver a planicie la de cima e o ar fresco depois da suadela ate la.

e depois ouve o regresso, a melhor altura para andar na rua. ja fim de tarde, as pessoas regressam dos campos, do trabalho, a temperatura freca e aquela cor optima do final da tarde para as melhores fotos, como diz o carlos. pois, tirei algumas mas perdi a maior parte por falta de geito e por preguica de interromper o momento. fica na memoria.....

e bom, por hoje termino que o senhor da net tem que fechar a loja. unica no sitio. agora banhito fresco e jantar, que ja mereco.
amanha devo partir para uma ilha, e pernoitar por la na aldeia e nao me parece que tenha net.
beijinhos a todos, tenho-me divertido com comentarios e parece mesmo que estou perto...mas tao longe da vidinha dai!!!
hi, hi!

2 comentários:

Anónimo disse...

Ainda vens daí com uma pós graduação em mecânica avançada de velocípedes!!
O serviço em peso está a acompanhar o blog, todos com uma certa inveja de não estar aí! Até colocamos um mapa mundo no desktop com uma setinha bem visível para todos saberem onde ou o quê é o laos!!!
Boa viagem!

Anónimo disse...

Olá viajante!
No pouco tempo que nos sobra das lides de puericultura Gustaviana, cá vamos seguindo as tuas aventuras!
Hoje foi inevitável "sacar" do Google Earth, para ver -literalmente- por onde te andas a passear... Bem longe!
Se aos "nativos" com quem vais contactando lhes custa perceber donde vieste, diga-se que daqui, também parece que foste para outro planeta. Um planeta, pela tua descrição mais sossegado, onde há mais tempo ou pelo menos este passa mais devagar...
Aproveita bem e continua esses relatos fantásticos que nos lembram como se pode viver com pouco e com simplicidade, sem todo este peso da complexificação civilizacional do ocidente...
Bjx3